Foi dada a largada na 17 ª Mostra de Ouro Preto, a pipoca estourou e as crianças participaram das sessões Cine-Escola que estão organizadas por faixa etária e filmes que dialogam com as respectivas idades, despertando discussões e trazendo o audiovisual como ferramenta pedagógica.

O primeiro dia de Cine-Escola, foi dedicado as animações para crianças de 05 a 07 anos, que assistiram a seis filmes e depois debateram sobre os temas. A professora Mônica Nepomuceno, da Escola Municipal São Sebastião, levou seus alunos do 1 º e 2 º períodos para a primeira sessão da Mostra. “Nossa escola participa todo ano da CineOP e eu acho fundamental estarmos aqui, tendo em vista que são discutidos temas atuais e relevantes para as crianças, sem contar a experiência de vivenciar este momento cultural tão especial”.

As sessões Cine-Escola continuam hoje com uma programação voltada para crianças de 08 a 10 anos, com filmes de ficção e uma premiada animação. Aurora, a rua que queria ser um rio, de Radhi Meron já foi exibido em mais de 70 festivais ao redor do mundo, ganhou o prêmio do Canal Brasil do Cine PE, e está indicado como melhor curta do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro da Academia Brasileira de Cinema. Gabriel Arruda é produtor do curta e está muito feliz que Aurora será apresentado para estudantes na Mostra de Cinema de Ouro Preto: “A gente fez o filme para ser utilizado em atividades escolares, então entendemos que ele foi encaixado na sessão certa, tendo em vista que produzimos um material socioeducativo que complemente a animação”.

Além do filme Aurora, a rua que queria ser um rio, hoje serão exibidos Coisa de Menina, de Ester Macedo, que conta a história de Camila, uma jovem que sonha em ser jogadora de futebol e que passa a conviver com seu avô, que na idade dela sonhava em ser sanfoneiro; Capitão Tocha, de Matheus Amorin, que é uma história sobre representatividade, aprendizado e autoconfiança, conduzida pelo imaginário de Pedro, uma criança negra e muito feliz que enxerga em seus ídolos a projeção de um verdadeiro herói; Um Conto Indígena, de Rodrigo Soares Chaves, que mostra a história do Brasil sob o ponto de vista de um indígena; e Dela, de Bernard Attal, que conta a história da jovem com o nome do filme, que mora com seu pai em uma ilha e sofre por seus colegas acharem seu nome e seu cabelo esquisito. Ao questionar seu pai sobre a atitude dos colegas, Dela conta a história a partir do seu olhar sobre os fatos.

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