Confira os destaques da programação de sexta-feira, dia 4 de setembro

Além dos mais de 100 filmes presentes na programação da 15ª CineOP, também contamos com atividades como oficinas, masterclasses, rodas de conversas, debates, bate papos e as lives shows nos finais de todos os dias de Mostra.

Como tudo é digital neste ano, separamos alguns dos destaques do dia para te ajudar a escolher o que melhor combina com você diariamente.

Lembrando que se perdeu a abertura ontem, a cobertura completa está nas nossas redes sociais.

10h – Debate do Encontro de Educação | Fórum Rede Kino

Tema: TV, RÁDIO E VÍDEO NA EDUCAÇÃO
Por meio de apresentação das trajetórias de três TVs e rádios educativas no Brasil iremos discutir suas características singulares e seus objetivos.

Convidados:
Marília Franco – 
professora | SP
Marcus Tavares – gerente de formação– TV Escola| RJ
Renata Tupinambá – Rádio Yandê | RJ
Mediadora:Esther Hamburger – professora USP | SP


12h – Debate – Temática História

Tema: TV, PÓS-TV E OUTRAS TELAS
O debate discute as mudanças na televisão nos últimos 40 anos, as convergências com o cinema e outras artes até as tecnologias atuais que podem mudar o modo de difusão de comunicação, arte e entretenimento.

Convidados:

Christine Mello – crítica, curadora e pesquisadora | SP
Gabriel Priolli – jornalista, diretor de televisão e educador |SP
Petra Costa – cineasta | SP Mediador: Francis Vogner dos Reis – curador Temática Histórica | SP


14h – Masterclass Internacional | Encontro de Educação, com Carlos Skliar

Tema: CINEMA E EDUCAÇÃO: TEMPO DE DELICADEZA.

Mediação: Adriana Fresquet – curadora Temática Educação | RJ


16h – Debate – Encontro de Arquivos

Tema: A PRESERVAÇÃO NA TELEVISÃO BRASILEIRA: DESAFIOS E ACESSO

Convidados:

Adriano Medeiros – Cineasta e Professor da UFOP | MG
Luciana Savaget – jornalista e editora-chefe do Arquivo N – Globonews | RJ
Paula Saldanha – jornalista, ambientalista e presidente do Instituto Paula Saldanha | RJ
Zico Goes – Diretor de Desenvolvimento Canais FOX | SP
Mediadora: Maria Byington – PPGMA-FCRB e Associada da ABPA | RJ


18h – Encontro de Cinema – Roda de Conversa

Tema: IMAGENS NA CONTRAMÃO DAS NARRATIVAS MIDIÁTICAS

Convidados:
Dácia Ibiapina
– diretora do filme Cadê Edson? | DF
João Batista de Andrade – diretor do filme Wilsinho Galiléia | SP

Mediador: Francis Vogner dos Reis – curador Temática Histórica |SP


OS ARARA (EPISÓDIO I E II), de Andrea Tonacci
Documentário | Colorido | Digital | 58 min(I) e 49min(II) | 1980-1983

Documentação dos preparativos e das expedições da Frente de Atração Arara da FUNAI, no estado do Pará.


WILSINHO DA GALILÉIA, de João Batista de Andrade
Documentário | Colorido | Digital | 66 min | 1978

Reconstrução da vida trágica de Wilsinho, transformado em bandido perigoso desde os 14 anos, várias vezes preso e finalmente fuzilado pela polícia na casa de sua namorada Geni.


THEODORICO, O IMPERADOR DO SERTÃO, de Eduardo Coutinho
Documentário | Colorido | Digital | 49 min | 1978

Em 22 de agosto de 1978, foi ao ar Theodorico, o Imperador do Sertão, dirigido por Eduardo Coutinho. Exibido como um Globo Repórter Documento, o programa era centrado no personagem que dá título ao documentário.


PIXOTE – A LEI DO MAIS FRACO, de Hector Babenco
Ficção | Colorido | Digital | 128 min | 1981

Vivendo a dura realidade do menor carente em um reformatório de São Paulo e revoltados com as injustiças dos administradores da instituição, quatro meninos fogem e passam a conviver com uma prostituta, envolvendo-se com traficantes de drogas e trapaceiros.


CADÊ EDSON?, de Dácia Ibiapina
Documentário | Colorido | Digital | DCP | 72 min | 2019

Um filme sobre movimentos populares em defesa da moradia. Apresentando: o Estado contra os Sem Teto, na capital do Brasil.


DORIVANDO SARAVÁ, O PRETO QUE VIROU MAR, de Henrique Dantas
Experimental | Colorido | DCP | 86min | 2019

Ele foi o primeiro a cantar os Orixás e a introduzir o Tempo do Candomblé na música popular brasileira.  Dorival Caymmi não morreu. Virou mar. 


MOSTRA CONTEMPORÂNEA
SESSÃO CINE-TEATRO

DE ONDE VIM, de Sérgio Azevedo
CIDADE SUBMERSA, de Bárbara Lissa
À MARGEM DAS TORRES,
de Ton Apolinário
RELATOS TECNOPOBRES,
de João Batista Silva

MÉDIAS – MOSTRA EDUCAÇÃO

O projeto Nhemongueta Kunhã Mbaraete é uma troca de videocartas entre Graciela Guarani, Patrícia Ferreira Pará Yxapy, Michele Kaiowá e Sophia Pinheiro, três mulheres indígenas e uma não indígena, sob diferentes perspectivas perante o isolamento social. O trabalho resultou em um conjunto de filmes nos quais elas refletem sobre suas vidas nas aldeias, como mulheres, mães, educadoras e cineastas no momento presente, atravessadas pelas questões de saúde, cuidado e cura trazidas pela pandemia da Covid-19.

NHEMONGUETA KUNHÃ MBARAETE – CONVERSAS N.1
NHEMONGUETA KUNHÃ MBARAETE – CONVERSAS N.2
NHEMONGUETA KUNHÃ MBARAETE – CONVERSAS N.3
NHEMONGUETA KUNHÃ MBARAETE – CONVERSAS N.4

De Michele para Sophia / De Graciela para Patrícia / De Patrícia para Michele / De Sophia para Graci.


CURTAS MOSTRA EDUCAÇÃO – SESSÃO 1

Exibição de filmes produzidos no Brasil por educadores, estudantes e cineastas no contexto escolar e espaços não formais de ensino.

AQUELA ÉPOCA DE ONTEM, de De Beija
ENTRE TELAS, JANELAS, de Diogo Santos
DRAMÁTICA, de Eduardo Brasil
1.095 DIAS DE QUARENTENA, de Heloise Fernandes
ESPERANDO MEU CACHECOL, de Vania Freire de Mendonça
EU, AS COISAS E O TEMPO, de Evandro Carvalho de Menezes
EXERCÍCIOS DE QUARENTENA, de Vania Freire de Mendonça
TEMPO CRIANÇA, de Helen Cristina
FRAGMENTOS DE UM TEMPO SÓ, de Shirley Rabelo
FRAGMENTOS DO COTIDIANO, de Thais Andressa
ISÓLAMENTO, de Anderson Costa
ISOLAMENTO POÉTICO, de Júlia Arantes
MARATONISTA DE QUARENTENA, de Eduardo Tosta e Karol Azevedo
OS CINEMAS DO BRASIL EM TEMPOS DE PANDEMIA, de Eudaldo Monção Jr.
OS OUTROS SERES, de Rosilda Souza Ramos
PINGO DE OURO (CAMPO GERAL), de Anderson Costa
POR ISSO EU TENTAVA ME LEMBRAR DE ONDE TE CONHECIA, de Larissa Muniz
QUARENTENA DIA X, de Beatriz da Silva Ribeiro
ROTINA, de Alexander Yamaguti

GRAVEOLA, 21h

Graveola e o Lixo Polifônico é hoje apenas Graveola, mas permanece sendo uma espécie de laboratório artístico coletivo que mistura gêneros, instrumentos e arranjos sob a influência de artistas da música popular brasileira, como Caetano Veloso, Tom Zé, Gilberto Gil, Novos Baianos e Clube da Esquina.