Longas Mostra Contemporânea – Passado em Investigação

Passado em Investigação reúne três filmes lidam com arquivos e histórias secretas do regime militar.

Longas Mostra Contemporânea – Indígenas e as Imagens: Entre o Passado e o Presente

O índio cor de rosa contra a fera invisível – a peleja de Noel Nutels, de Tiago Carvalho, Xadalu e a Jaguarete, de Thiago Bortolini de Castero e Ariel Kuaray Ortega, e Kunhangue Arandu: a sabedoria das mulheres, de Alberto Álvares e Cristina Flória são três filmes filmados por indígenas ou que trabalharm a partir das imagens de povos e personagens indígenas. Dois deles são co-direção entre diretores guarani (Alberto Álvares e Ariel Ortega) com realizadores não indígenas (Thiago Bortolini e Cristina Flória). Os três longas realizam abordagens distintas entre si, todas de uma perspectivas políticas que estabelecem uma relação forte com o coletivo e com o passado. Esses três títulos contemporâneos possuem “diálogo histórico” com Yndio do Brasil, da programação da Mostra histórica.

Longas Mostra Contemporânea – Memórias das Artes Brasileiras

Os três filmes reunidos em “Memórias das Artes Brasileiras” partem da memória em relatos e arquivos de artistas brasileiros: De Zé Celso e do Teatro Oficina em Máquina do desejo, de Conceição e Orlando Senna em Amor dentro da Câmera e de Alzira Espindola em Aquilo que eu Nunca perdi.

Longas Mostra Contemporânea – Os Espaços e os Vestígios da História

Muribeka, Mata e A Mulher que Morreu no Trailer são três filmes que lidam com lutas coletivas (os filmes de Alcione Ferreira & Camilo Soares e de Fábio Nascimento e Ingrid Fadnes) e com passado (todos da sessão aqui reunidos) a partir de espaços específicos: Muribeka em um conjunto habitacional, Mata na Floresta e A Mulher que Morreu no Trailer os espaços urbanos, em especial do Centro de São Paulo.