
CÂMERA ESCURA
Autor: Marco Aurélio da Conceição Correa
Editora: Urutau
Uma história para quem ama mulheres. Muana narra a sua busca por si mesma ao viver o trauma do cativeiro. Da escravização à liberdade, do Rio de Janeiro a Nova Orleans, e da fotografia ao cinema, a jovem, filha natural de Chioua atual Cabinda, reflete sobre como a arte é uma correnteza que a vida navega.

CINEMA ARTEIRO: PROCESSOS FORMATIVOS EXPANDIDOS E EMANCIPADOS
Autora: Gabriela Capper
Editora: Multifoco
Este livro investiga os deslocamentos do cinema para as escolas e as conexões que emergem desse encontro. Ao pensar o cinema para além de seus formatos convencionais, propõe experiências de criação, invenção e experimentação capazes de produzir agenciamentos singulares com as imagens e com o mundo. Voltado ao campo da educação, reflete sobre práticas que ampliam os modos de existir, perceber e aprender, ao mesmo tempo em que expandem as próprias possibilidades do cinema como linguagem, experiência e forma de relação.

CINEMA COM PASSAPORTE
Autor: Marcelo Pereira Rodrigues
Editora: MPR Edições
Fazendo interseções com história, filosofia, literatura, espaço sideral, política etc., o filósofo Marcelo Pereira Rodrigues nos convida a 27 filmes que são cults e se tornaram clássicos. Nesta miscelânea entram Pepe Mujica; Hitchcock; Ernest Hemingway; Fitzgerald; Stanley Kubrick; Jack Nicholson; Robert de Niro; Philip Roth; Clint Eastwood; O Leopardo; Dostoievski; Kafka e Orson Wells; Bergman e outros. O autor iniciou sua jornada pelo Uruguai. Atravessou o Rio La Plata e desembarcou na Argentina. Chile e Peru completaram o tour sul-americano. Reverencia os clássicos do Tio Sam e do Velho Continente O livro mistura reflexões filosóficas, digressões existencialistas, recortes de diários de bordo.

CINEMA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) POLÍTICAS E PROCESSOS CRIATIVOS
Organizadora: Adriana Barbosa da Silva
Editora: Cinemas e Educações
Entre imagens, memórias e experiências compartilhadas, esta coletânea investiga o cinema como potência estética, política e pedagógica na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Reunindo pesquisas, relatos de experiência e reflexões desenvolvidas em escolas públicas e universidades, os textos apresentados revelam como o audiovisual ultrapassa a condição de simples recurso didático para se afirmar como linguagem capaz de mobilizar afetos, produzir conhecimento e ampliar formas de existência e aprendizagem.
Ancorados em projetos de extensão, iniciação à docência, oficinas audiovisuais e pesquisas-ação, os capítulos discutem práticas construídas coletivamente entre educadores, licenciandos e estudantes da EJA, em contextos marcados por desigualdades sociais e desafi os históricos da educação pública. Exibições de filmes,mostras estudantis, rodas de conversa e produções audiovisuais tornam-se caminhos para valorizar narrativas de vida, fortalecer vínculos, estimular a refl exão crítica e promover protagonismo.
A obra também evidencia o cinema como instrumento de democratização cultural e resistência, dialogando com políticas públicas e perspectivas freireanas de educação emancipadora. Ao abordar temas como memória, identidade, afetividade, inclusão e criação coletiva, os autores reafi rmam o papel transformador da arte na formação humana. Mais do que discutir fi lmes na escola, este livro propõe pensar o cinema como experiência sensível e prática de liberdade, capaz de reinventar espaços educativos e produzir novos modos de ver, narrar e habitar o mundo.

CINEMAS E EDUCAÇÕES: PRÁTICAS, METODOLOGIAS E APRENDIZAGENS NA ESCOLA E OUTROS ESPAÇOS – VOL. 1
Organizadoras: Adriana Fresquet e Karine J. Martins
Editora: Multifoco
Este livro surge a partir do curso de extensão oferecido pelo Grupo de Pesquisa CINEAD/LECAV: Laboratório de Educação, Cinema e Audiovisual, vinculado à Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em diálogo com os autores dos livros da coleção Cinemas e Educações, da Editora Multifoco. Os textos são fruto de relatos, reflexões e proposições que emergiram desse encontro com docentes, estudantes e pesquisadores do país e do exterior. Este primeiro volume reúne 14 artigos e ensaios que refletem sobre práticas com cinema desenvolvidas em contextos de educação formal e não formal, apostando no cinema como expressão crítica e criativa em debates éticos, étnicos e sociais. A obra apresenta projetos realizados ou em andamento, da educação infantil à formação continuada de professores, envolvendo apreciação e criação cinematográfica em diálogo com ensino, pesquisa e extensão.

CINEMAS E EDUCAÇÕES: REFLEXÕES E PRÁTICAS DE TERRITÓRIOS, POLÍTICAS, ACERVOS E RESISTÊNCIAS – VOL. 2
Organizadoras: Adriana Fresquet e Karine J. Martins
Editora: Multifoco
Este livro surge a partir do curso de extensão oferecido pelo Grupo de Pesquisa CINEAD/LECAV: Laboratório de Educação, Cinema e Audiovisual, vinculado à Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em diálogo com os autores dos livros da coleção Cinemas e Educações, da Editora Multifoco. Os textos são fruto de relatos, reflexões e proposições que emergiram desse encontro com docentes, estudantes e pesquisadores do país e do exterior. O segundo volume reúne 14 textos, incluindo relatos de experiência, ensaios e outros formatos que exploram processos de pesquisa, extensão e análises fílmicas, propondo diálogos com cinematografias diversas. Em ações com cinema no território, a dimensão pessoal e a memória individual são atravessadas pela alteridade.

ESCOLA DE BELAS ARTES, UFMG: 65 ANOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM EM ARTES
Organizadores: Mariana Tavares, Lucia Gouvêa Pimentel e Evandro José Lemos da Cunha
Editora: Ramalhete
O livro percorre seis décadas de memória da Escola de Belas Artes, UFMG, referência no ensino das Artes no Brasil. Se divide em duas partes: “Da memória para a história” com seis capítulos dedicados à história e pioneirismos da EBA/UFMG no país, como a 1ª habilitação em Cinema de Animação (1985); o 1º curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis em universidade brasileira (1978); a 1ª Especialização em Estilismo e Modelagem do Vestuário (1986); o Festival de Inverno da UFMG – importante atividade de extensão, criada em 1967, dentre outras contribuições. A 2ª parte, “65 Anos de Ensino-Aprendizagem em Artes: Compartilhando Experiências” traz onze artigos de professores-artistas com relatos históricos e metodologias de ensino-aprendizagem para a graduação e pós-graduação. São procedimentos que foram criados pelos professores em diversos cursos da EBA/UFMG e que podem ser referências para outras instituições. Das práticas da improvisação no Curso de Teatro à pesquisa em Artes da Cena; da experimentação no cinema de animação à criação de um espaço expositivo para os alunos de fotografia, são relatos que constituem possibilidades de ações em sala de aula e outros espaços que podem impulsionar outras iniciativas de ensino-aprendizagem no Brasil.

A ESTÉTICA DA FALHA: GLITCH, CINEMA E LETRAMENTO AUDIOVISUAL
Autora: Simone Rocha da Conceição
Editora: Multifoco
O Fim da Ilusão Tecnológica
Vivemos sob a ditadura da alta definição, onde telas prometem janelas perfeitas para o mundo, mas escondem algoritmos invisíveis e controles silenciosos. Este livro é um convite para romper o vidro da transparência técnica. Não buscamos o conserto, mas a potência vital e desautomatizadora da falha.
O Glitch como Herói Improvável
O personagem central desta obra é o glitch, o “escorregão” que interrompe a nossa anestesia digital. Quando a imagem trava ou o sinal oscila, o sistema revela sua face oculta e sua materialidade física. O acidente torna-se, então, uma poderosa categoria estética, ética e política de resistência.
Uma Viagem pelas Entranhas do Audiovisual
Nossa jornada atravessa a fascinante história do ruído e do acidente, de Russolo ao futuro obsoleto de Star Wars. Analisamos as ruínas urbanas em Cinema Lascado e investigamos como o mercado domestica o erro na campanha publicitária #BugKing. A narrativa evolui para o uso da falha como uma tática de resistência.
A Ciência da Surpresa
A obra revela uma proposta educacional fundamentada na neurociência: o cérebro desperta apenas quando a previsão falha. O inesperado libera dopamina e noradrenalina, resgatando a atenção que a transparência havia adormecido. Através da abordagem ELAA (Estratégias para a Leitura e Apreensão Audiovisual), torna-se possível decodificar criticamente as telas contemporâneas.
O Manifesto do Humano
Nesta investigação, ser “bugado” é um ato de coragem política e de proteção da subjetividade. Defendemos o direito ao imprevisto, ao erro e ao devaneio contra o controle totalitário dos dados e algoritmos. O objetivo final é celebrar o imprevisto como a prova mais autêntica da nossa humanidade.
Glitch, Cinema, Educação, Tecnologia, Audiovisualidades, Resistência

HELENA SOLBERG, DO CINEMA NOVO AO DOCUMENTÁRIO CONTEMPORÂNEO
Autora: Mariana Tavares
Editora: É Tudo Verdade / Imprensa Oficial de SP
Este livro revela cinquenta anos do cinema da brasileira Helena Solberg. Do Cinema Novo ao documentário contemporâneo, da militância política e feminista nos anos 1970 e 1980 à ficção em longa-metragem, a pesquisadora Mariana Tavares analisa 15 filmes da cineasta, como “”Carmen Miranda: Bananas Is My Business”” e também identifica suas diferentes fases: Trilogia da Mulher; Cinema Militante e Arte Brasileira, dando voz à Helena Solberg que comenta seus filmes e sua experiência nos EUA onde realizou também uma série de documentários reconhecidos em festivais internacionais.

LEITURAS AUDIOVISUAIS NA EDUCAÇÃO: PRODUÇÃO DE SENTIDOS EM INTERAÇÃO
Autora: Analice Dutra Pillar
Editora: Multifoco
As produções audiovisuais, presentes das mais diversas formas em nosso cotidiano, habitam nossos pensamentos/sentimentos, e suas leituras envolvem conferir sentido às relações entre o que vemos e ouvimos, que produzem o efeito audiovisual. Ángel Roldán menciona que “o cinema, os fi lmes documentais, as séries de TV, os videogames e todo tipo de documentos, materiais ou obras audiovisuais representam um arquivo antropológico de incalculável valor ao descreverem e exibirem uma cultura e uma época determinada.” Assim, torna-se de grande relevância para a educação realizar leituras dessas criações audiovisuais que evidenciam formas de ver, sentir e pensar de uma cultura, de um tempo e lugar. Este livro apresenta algumas leituras audiovisuais envolvendo criações das artes visuais, das mídias e do cotidiano realizadas com estudantes de diferentes contextos da educação básica e do ensino superior de modo a aprimorá-las.

NA ESCOLA, NA MONTANHA E NO CURRAL: UMA CARTOGRAFIA DE ZONAS DE CINEMA EM MINAS GERAIS
Autora: Isabela Coura
Editora: Multifoco
Fruto de uma dissertação de mestrado vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São João del-Rei, a obra propõe uma cartografia mineira construída a partir de três mostras de cinema dedicadas às infâncias. Mais do que mapear eventos, o trabalho percorre experiências vivas com o cinema, acompanhando encontros, gestos e modos de ver que emergem desses contextos. Ao se aproximar dessas mostras, a autora investiga o cinema como espaço pedagógico, de coletividade e de encontros múltiplos. Ancorado em uma pesquisa cartográfica, o livro contribui para o campo do cinema e educação ao afirmar esses eventos como espaços alternativos de difusão cultural, capazes de promover experiências estéticas, pedagógicas e políticas.

NARRATIVAS À DERIVA NO ROTEIRO CINEMATOGRÁFICO BRASILEIRO
Autora: Cristina Gomes
Editora: Multifoco
O tema da deriva tem permeado fortemente a cinematografia brasileira contemporânea imprimindo variações e características específicas à narrativa ficcional e ao processo criativo audiovisual. De uma narrativa à outra, de uma fábula à outra, temos a reconfiguração da deriva no universo ficcional que vai da errância à imobilidade, da deambulação ao encerramento existencial. Este livro investiga a construção das narrativas à deriva na escrita do roteiro cinematográfico ficcional brasileiro, observando desde a concepção artística do roteirista até a execução da direção condicionada não raramente por “práticas do real”, por procedimentos documentais e/ou performáticos. Para isso, privilegia cinco obras cinematográficas com diferentes e peculiares processos criativos: Viajo porque preciso, volto porque te amo (2010), de Marcelo Gomes e Karim Aïnouz; Abismo Prateado (2011), de Karim Aïnouz; Castanha (2014), de Davi Pretto; O Homem das Multidões (2014), de Cao Guimarães e Marcelo Gomes e A cidade onde envelheço (2016), de Marília Rocha.

PESQUISAS EM ANIMAÇÃO: CONEXÕES INTERNACIONAIS, VOL 2
Organizadores: Mariana Tavares, Maurício Silva Gino, Marcos Magalhães e Arttur Espindula
Editora: Ramalhete
Este livro apresenta pesquisas recentes em animação realizadas no Brasil e outros países como Portugal e Argentina, fruto do 2º Seminário Internacional Pesquisas em Animação: cinema e poéticas tecnológicas, realizado pelo CAAD e PPG-Artes da Escola de Belas Artes – Universidade Federal de Minas Gerais. A 1ª parte – História do Cinema de animação, conexões internacionais – traz contribuições para a historiografia da animação brasileira e internacional como um panorama da produção portuguesa, organizado por Marina Estela Graça, da Universidade do Algarve e a trajetória da produção em stop motion argentina escrita por Alejandro González da Universidade Nacional de Córdoba. Entre os brasileiros, Rafael de Luna propõe uma revisão dos primórdios do cinema de animação no Brasil e Marcos Magalhães compõe a trajetória profissional até então desconhecida, do pioneiro no Brasil – Luis Seel (Macaco Feio…Macaco Bonito,1929). A 2ªparte – Caminhos da pesquisa em animação no Brasil – reúne artigos que enunciam caminhos para a pesquisa como o texto de Maurício Gino que diferencia a pesquisa “em” da pesquisa “sobre” animação a partir de sua experiência como pesquisador. A 3ª parte – Animação Expandida – abre com texto de Vitor Amaro sobre animação na tela hemisférica para a produção Fulldome e Luhan Dias Souza e Maurício Gino refletem sobre o desenvolvimento de estratégias de ensino de animação de personagens que tenham como base metodológica o próprio corpo do sujeito que anima (embodiment) e a percepção e análise de seus movimentos.

SEMENTES DO CINECLUBISMO E DA EDUCAÇÃO
Autor: Gabriel Rodríguez Álvarez
Editora: Multifoco
Estas páginas são fruto de oficinas e intervenções curriculares com professores de diversos subsistemas educacionais, bem como de pesquisas, programações e debates sobre cinema. Outros capítulos abordam os perfis e usos do cinema na educação por meio de curtas-metragens e excertos, tomando a escola como ponto de encontro para projetos acadêmicos em disciplinas e para a disseminação aberta, e recapitulando experiências de curadoria participativa com modelos de práticas, incluindo reflexões importantes e questões instigantes sobre imagens e notas para a construção e o uso de videotecas digitais escolares. O volume reúne artigos publicados em livros e periódicos, além de trabalhos apresentados em conferências acadêmicas, todos fundamentados em pesquisas e cursos de Sociologia do Cinema Ministrada no Centro de Estudos Sociológicos da Faculdade de Ciências Políticas e Sociais da Universidade Nacional Autônoma do México, e oficinas no Filmoteca da UNAM, em colaboração com a Cultura UNAM, a ProcineCDMX e os Estúdios Churubusco.

SOBRE REPERTÓRIO, PROFESSORES, CINEMA E ESCOLA
Autora: Gabriela do Amaral Peruffo
Editora: Multifoco
Neste livro, o encontro entre cinema e educação é investigado a partir das escolhas que professores fazem ao levar filmes para a sala de aula. Mais do que recurso didático, o cinema aparece como linguagem que mobiliza sensibilidades, provoca reflexões e amplia formas de compreender o mundo. Ao tratar o repertório como uma coleção viva, construída ao longo das trajetórias docentes, a autora revela como cada seleção de filme envolve critérios, contextos e intencionalidades. Entre limites escolares e potências criativas, emerge uma prática pedagógica que transforma o ato de assistir em experiência crítica, estética e formativa.

SONHANDO CINEMA: PEDAGOGIAS DOS CINEMAS INDÍGENAS
Autor: Wagner Santos de Barros
Editora: Multifoco
O livro é uma reprodução da tese de doutorado do autor, que propõe a construção de trilhas pedagógicas possíveis para reflexões sobre cinema e educação a partir da análise de filmes de cineastas indígenas.

VIVER O CINEMA NA ESCOLA: INFÂNCIAS, DOCÊNCIA E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Autora: Karla Lopes Beck
Editora: Multifoco
As crianças nos convidam a adentrar seus esconderijos, conhecer seus modos infantis de experienciar a vida e a escola. No doutorado, Karla Beck aceita o convite das crianças e vive com elas experiências com o cinema. A pesquisa foi realizada tendo como participantes crianças de três a seis anos de idade de uma escola pública de Educação Infantil de Campinas/SP e se propôs a tecer reflexões sobre docência, infâncias e produção de conhecimentos a partir da criação de filmes e de sessões de cineclube. A investigação, uma pesquisa narrativa, teve como autora uma professora-pesquisadora que articulando docência e pesquisa elege a escola como campo de produção compartilhada com as crianças.
E-book

CARTAS AO ANTÓNIO NÓVOA: NARRATIVAS DE JOVENS PESQUISADORES
Organizadora: Edméa Santos
Editora: Pedro & João
Cartas ao Antônio Nóvoa é uma obra coletiva organizada pela professora Edméa Santos, fruto das experiências formativas vividas na disciplina Produção de Conhecimento, do Programa de Pós-Graduação em Educação, Processos Culturais e Demandas Populares da UFRRJ.
Inspirados pelo texto Cartas para Jovens investigadoras e Investigadores, do professor António Nóvoa, doutorandos foram convidados a transformar reflexões acadêmicas em correspondências autorais, compartilhando percursos, inquietações e aprendizagens sobre os processos de produção do conhecimento em educação.
O resultado é um livro sensível e potente, que reúne cartas escritas por pesquisadores em formação, evidenciando a escrita como experiência de diálogo, pesquisa e construção coletiva do pensamento.
A obra conta com prefácio do próprio António Nóvoa, leitor privilegiado do projeto, o segundo prefácio é de autoria de Luíza Alves de Oliveira e posfácio de Wallace Almeida, vice-coordenador do grupo de pesquisa Docência e Cibercultura.
Mais do que uma coletânea de cartas, o livro é um convite à reflexão sobre formação acadêmica, autoria e produção de conhecimento na contemporaneidade.

GUIA DE PRESERVAÇÃO PARA CINEASTAS EM CONTEXTOS COMUNITÁRIOS – Edição Brasileira
Autoria: Ambulante Acervo e ABPA
Guia de Preservação para Cineastas em Contextos Comunitários é uma publicação voltada a realizadores, coletivos e iniciativas audiovisuais que desejam preservar suas obras e acervos.
Com linguagem acessível e enfoque prático, o material apresenta orientações sobre organização, catalogação, armazenamento e preservação digital, contribuindo para a salvaguarda da memória audiovisual produzida em diferentes territórios e comunidades.