CINEMAS E EDUCAÇÕES: DIÁLOGOS

“[…] a gente primeiro parou de falar com as plantas, depois deixou de falar com os animais, e aí eles também não compreenderam mais a gente. Aí quando chegou até o ponto em que a gente não falava com mais ninguém, só falava com humano, a gente começou a não falar com outros humanos também. Aí os brancos não falam com os negros, não falam com os asiáticos. Aí quando todo mundo parou de se falar enquanto etnia, a gente começou a parar de se falar entre nós mesmos.”

Denilson Baniwa, 2019

Não há apenas uma concepção de cinema, nem tampouco uma única maneira de compreender a educação. Existem inúmeras formas de elaborar as experiências do cinema e da educação. Por consequência, as relações entre esses dois campos podem ser traçadas de diferentes maneiras. O convite da Temática Educação para a 17a CINEOP envolve a escuta do diálogo entre diferentes perspectivas que é produzido a partir do momento em que grupos indígenas diversos criam cinemas e educações. 

É bem verdade que, como nos lembra o cineasta Alberto Álvares, o cinema surgiu para os povos indígenas muito antes dele ter sido inventado na França pelos irmãos Lumière, em 1895. Para Alberto, quem sonha e quem imagina histórias ao redor de uma fogueira já está fazendo cinema. Há, portanto, como perceber ligações entre as imagens em movimento e muitas outras práticas que foram e são realizadas nas aldeias durante rituais, conversas e demais formas de transmissão cultural.

Os povos indígenas que estão reunidos nesta edição da Mostra estabeleceram uma relação ancestral com o cinema. Vindos de culturas em que a oralidade é o meio para a transmissão cultural e de conhecimentos, foi possível encontrar nas imagens e nos sons um caminho para reencontrar suas formas de vida, suas histórias e culturas. Nos dias de hoje eles e elas tornaram-se realizadores independentes com obras que, além de serem fundamentais para compreender o cinema feito no Brasil, oferecem inúmeras possibilidades de práticas pedagógicas. Contemporaneamente, para os povos indígenas, a produção cinematográfica é tanto um lugar para guardar a memória, quanto uma maneira de transmitir conhecimentos ancestrais entre gerações e ainda de estabelecer diálogos com outros povos e com a população não-indígena.

Cinemas indígenas

Em interlocução com a Temática Histórica, nós da Temática Educação procuramos propor que escutemos e observemos os Processos de Criação de Cineastas Indígenas, buscando compreender quais as especificidades desses processos. A partir daí, buscaremos pensar que outras relações é possível encontrar entre esses cinemas e as educações. Na continuidade dessa discussão, iremos ter ocasião de abordar ainda os Processos de Formação de Cineastas Indígenas, procurando entender como esses processos são concebidos e como são experimentados por diferentes povos, transformando as educações  e os cinemas.

Buscando mapear algumas das muitas ressonâncias entre esses vários processos, convidamos o cineasta Takumã Kuikuro para selecionar um plano ou sequência de filme. A partir do material selecionado a educadora (e também cineasta) Guarani Patrícia Ferreira Pará Yxapy irá elaborar uma reflexão. A ideia é estabelecer um diálogo em ato, formulado no encontro entre os dois convidados, colocando em relação os cinemas indígenas e as educações e, por outra via, as educações indígenas e os cinemas.

O uso do plural para nos referir a cinemas e educações guarda relação com a desnaturalização do universal que está por detrás do cinema e da educação, termos usados tradicionalmente no singular para identificar apenas uma visão de um mundo. Desessencializar e desnaturalizar conceitos e técnicas nos parece um movimento importante que pode ser acompanhado nos filmes e também nos processos de criação audiovisuais realizados por cineastas ameríndios e seus coletivos. 

A proposta da Temática Educação, que foi inspirada pelo cinema e pelas práticas pedagógicas dos povos indígenas, está em diálogo ainda com o pensamento do filósofo da tecnologia Yuk Hui. O autor parte de uma crítica ao conceito de monotecnologia, um modo de nos relacionar com a técnica imposto, em alguma medida, na modernidade como processo histórico, quando a técnica se afastou da realidade para assumir uma autonomia própria, com um olhar universalizante e colonizador desde o ocidente. Em diálogo com autores representantes da virada antropológica, tais como Eduardo Viveiros de Castro, Bruno Latour, seu conceito de tecnodiversidade não reconhece a tecnologia como algo universal, neutro, separada do humano e se refere a uma multiplicidade de cosmotécnicas. Isto é, tecnologias desenvolvidas em contextos locais, particulares, regidas por valores, epistemologias e formas de existência próprias. Elas podem, segundo o pesquisador, produzir saídas para a atual crise ecológica, política e social do mundo (HUI, 2020). Isso significa derrubar o mito, recorrente na educação, que atribui a dimensão ética da tecnologia, estritamente, à sua aplicação. Cosmotécnica é a unificação do cosmos e da moral por meio das atividades técnicas, sejam elas da criação de produtos ou de obras de arte.

Rede Kino

É dentro desse contexto de atenção às singularidades de cada espaço, de cada processo e de cada encontro que estamos propondo três diferentes situações em que possamos dialogar sobre a Rede Kino: Rede Latino-americana de Educação, Cinema e Audiovisual. Idealizada pelas professoras Inês Teixeira (UFMG) e Milene Gusmão (UESB) e fundada em 8 de agosto de 2009 na Faculdade de Educação da UFMG, a Rede surgiu com o propósito de reunir projetos que estavam espalhados pelo país. Alguns de longa data, como o CINEDUC, e outros que surgiam com força em diferentes universidades, escolas e instituições de ensino não formal promovendo atividades cineclubistas e outros formatos de ver cinema juntos, assim como de produção audiovisual.

A Rede Kino chegou à Mostra CineOP em 2010,  também graças à mediação de Inês Teixeira, e hoje se reúne no seu XIV Fórum. Num primeiro momento, estamos propondo de revisar o seu passado procurando nas memórias e nos afetos pistas para sua atualização e projeção numa época que precisa valorizar e promover a produção de cosmotécnicas locais para o audiovisual escolar em um contexto hegemônico de vigilância e controle da produção e compartilhamento de imagens em movimento nas redes sociais.

A cada ano, o Fórum da REDE KINO, em assembleias, foi transformando seus modos de gestão e de lidar com o poder público para ampliar as possibilidades de acesso, formação e difusão do cinema feito no Brasil nas escolas brasileiras. Lutou por políticas públicas e, em 2014, a sanção da lei 13006 pareceu consumar uma série de esforços, mas sua proposta de regulamentação elaborada entre 2015 e 2016 ficou na fila, à espera de outras prioridades do Conselho Nacional de Educação, tal como a Base Nacional Comum Curricular. Esta BNCC  reconhece a lei, mas não incorpora o cinema como linguagem artística, reservando apenas algumas frestas para a inclusão do audiovisual como atividades específicas vinculadas à linguagem, história e tecnologias no currículo escolar.

Nessa trajetória de crescente interesse por aproximar o cinema das escolas, a pandemia do Covid-19 radicalizou a audiovisualização dos processos de formação e comunicação, da vida mesma. Isto demanda uma nova mirada sobre as necessidades de conhecer melhor as possibilidades da linguagem e do pensamento audiovisual na produção de subjetividade, conhecimento e cidadania. A audiovisualização da vida exige mais conhecimento do património audiovisual, consciência da produção de hierarquias de valores e modelizações da subjetividade calcadas em filmes e seriados e da inventividade necessária para resistir e reexistir. A Rede Kino tem um compromisso com o Brasil e com o diálogo com os outros países latinoamericanos na promoção de cosmotécnicas audiovisuais próprias.

Este encontro especial da REDE KINO, que pretende reunir pessoas que participaram de mil formas da constituição desta história, visa, em uma última reunião de trabalho, imaginar continuidades e reconfigurações aqui e agora. Ao problematizar a situação atual da rede, esperamos projetá-la convidando as pessoas participantes para pensar o que pode a rededaqui para frente, em um contexto gradualmente pós-pandêmico, ávido de iniciativas solidárias, propostas colaborativas que possam alcançar, com as imagens em movimento, escolas, universidades, espaços não formais de educação e ainda dialogar, cada vez com mais proximidade, com os países irmãos.

Muita dessa diversidade de formas de fazer, de territórios e de propostas pedagógicas podem ser notadas nos Projetos Audiovisuais Educativos e nos filmes da Mostra Educação. No conjunto as três mesas de projetos e três sessões de filmes são uma amostra da diversidade de possibilidades de se fazer e de se pensar o cinema e a educação contemporaneamente.

América Latina

Como forma de ampliar os horizontes para além dos projetos realizados no Brasil, teremos oportunidade de conhecer três iniciativas voltadas para os povos indígenas no Perú, na Bolívia e Argentina por meio de três Master Class Internacionais. Se o cinema foi inventado pelos povos indígenas antes de surgir na França, como nos contou Alberto Álvares, é importante que se saiba que ele existia muito antes das fronteiras terem sido criadas na América Latina.

A primeira Master Class Internacional será com Miguel Hilari, documentarista, filho de pai Aymara e mãe alemã. Com formação em La Paz, Santiago e Barcelona, sua filmografia retrata a vida local da Bolívia, suas identidades autóctones e movimentos entre campo e cidade. Seus filmes já foram exibidos em festivais como Visions du Réel (Suíça), Cinéma du Réel (França), Oberhausen (Alemanha), Transcinema (Peru), FIDocs (Chile), entre outros. Atualmente mora em La Paz, onde trabalha como cineasta, produtor e professor, desenvolvendo interessantes oficinas com crianças e jovens em diferentes contextos de educação formal e não formal. Nesse sentido, a maneira como Miguel Hilari aborda em seu trabalho questões que são pedagógicas em associação a questões identitárias e expressivas nos parece oferecer chaves para outras aproximações entre cinemas e educações.

Além da Master Class, serão exibidos três filmes de Miguel Hilari na programação da Temática Educação. O primeiro é O curral e o vento (El corral y el viento). O filme é uma viagem a diferentes tempos, desde quando os primeiros homens saíram das águas do Lago Titicaca. Muito mais tarde, o avô do diretor foi trancado em uma caneta de burro por querer aprender a ler e escrever. Hoje, seu tio mora sozinho, porque seus filhos foram para a cidade e as crianças aprendem espanhol sob o olhar de Pitágoras. Ao final, o filme é um retrato de Santiago de Okola, a vila de onde é originário o pai de Hilari.

O segundo é Compañía (2019). Este documentário resultou de um convite para registrar a tradicional festa dos mortos, na comunidade Compañía, uma pequena aldeia na montanha boliviana, de onde muitas pessoas saem para viver na cidade, mas retornam sempre para honrar a memória de seus mortos. Durante três anos, o cineasta volta para gravar vivências e diferentes acontecimentos durante a festa. Longos planos fixos, abertos, melodias tocadas coletivamente configuram um ritmo do tempo que antagoniza à velocidade 24/7 do tempo urbano que desconhece pausas, silêncios e a escuridão legítima da noite. Durante a festa dos mortos, as pessoas podem ouvir as vozes daqueles que já não estão mais lá, criando contatos entre passado e presente. Ritos aymaras e evangélicos convivem durante o período da festa em espaços e tempos diferentes. Compañía oferece uma visão sensível atualizada que não romantiza a vida no Altiplano, nem nega suas conexões com outras formas de organização social claramente marcadas pela colonização.

O terceiro é Bocamina. Com a marca da sensibilidade e do tempo característico de sua obra, esse filme é filmado na cidade histórica de Potosí, com foco no Cerro Rico[1] e suas memórias. Percebemos as reações de crianças diante a pintura Cerro Rico y de la Villa Imperial de Potosí[2] (1758) do pintor Gaspar Miguel de Berrios (que pertence ao Museo Colonial Charcas da Universidad San Francisco Javier, em Sucre), assim como diante imagens antigas das atividades dentro das minas do Cerro Rico, fortemente inspirado na sequência do filme Peões, no qual Eduardo Coutinho mostra fotografias antigas  aos operários para ativar memórias. Na mina, podemos observar algo inusual: os rostos dos trabalhadores ao sair da sua “boca”. Estudantes em escolas comentam as imagens desses rostos, “pois não é preciso ser formado  em artes para poder falar dessas imagens, que nos habitam a todos e disparam coisa”, afirma a pedagogia das imagens de Hilari. 

A segunda Master Class será ministrada por Teresa Castillo, gestora cultural do projeto La Combi del Arte (Perú). Com o título de Dicionários Audiovisuais Comunitários: revitalização de línguas indígenas este projeto foi criado numa interface específica entre o cinema e as línguas indígenas.O Peru é um país diversificado cultural e linguisticamente, com 55 povos indígenas e 48 línguas nativas faladas por mais de quatro milhões de pessoas na costa, nas terras altas e na floresta. A maioria deles está diminuindo em número como resultado da dominação cultural. E esta realidade torna os povos que os falam vulneráveis, devido ao perigo de extinção cultural que a perda de uma língua implica. A Educação Intercultural Bilíngue (EIB), como política educacional peruana, promove o aprendizado da língua nativa desde o nível inicial, pois há ampla evidência de que melhores resultados são obtidos quando os professores usam a língua da comunidade na escola e promovem o aprendizado de sua cultura para outras pessoas. Manter uma língua viva mantém viva uma cultura, uma forma de vida e uma visão de mundo. As crianças que falam duas ou mais línguas têm uma melhor compreensão de seu ambiente social e emocional.

Neste contexto, o projeto DAC “Dicionários Audiovisuais Comunitários” busca trabalhar em coordenação com as comunidades nativas em uma série de ações para fortalecer e revitalizar suas respectivas línguas nativas através da aprendizagem de técnicas audiovisuais com as quais as crianças e adolescentes de cada um deles, guiados por seus próprios professores, trabalham de perto com seus mais velhos e registram em pílulas audiovisuais as diferentes palavras de sua língua e as tradições orais a ela associadas.

Para completar a programação, teremos ainda uma Master Class com a cineasta, fotógrafa e professora Aldana Loiseau (Humauaca/Jujuy ARGENTINA) com o tema A mãe terra e as tradições como protagonistas no fazer cinematográfico de animação. A produção audiovisual dirigida por Aldana Loiseau apresenta a Mãe Terra e as tradições que a honram como protagonistas.

Pacha, Barro Somos é uma série de animação em stop motion feita com argila da Quebrada de Humahuaca que narra episódios da cultura andina do norte da Argentina. O protagonista indiscutível desta série de quatro episódios é a Pacha, a própria terra e todas as tradições que a honram, típicas de uma cultura milenar ainda em vigor. Os quatro episódios de Pacha, Barro Somos, de 5 cinco minutos cada, revelam a qualidade artística de uma proposta que combina arte digital e trilha sonora com instrumentos nativos do norte da Argentina. Durante a mostra será estreado Uma Pausa para a Mãe Terra sobre o impacto causado pela pandemia da covid-19.

Ao final, nos parece importante que uma ampliação de espaços, tempos e perspectivas de educações e cinemas, quando postos em diálogo venha, após um tempo de distanciamento, reafirmar o desejo de estar juntos novamente para retomar uma conversa infinita.

Isto não é uma homenagem.

Para finalizar, queremos explicitar este vazio no que seria uma homenagem a Inês Assunção de Castro Teixeira, nossa querida Inés. Ou melhor, um silêncio em respeito a seu desejo. Inspiradas em Isto não é um filme, do cineasta iraniano Jafar Panahi, 2011, que resultou do trabalho deste diretor, na sala de sua casa, enquanto aguardava em prisão domiciliar pelo resultado de sua sentença no tribunal de apelação, afirmamos que isto não é uma homenagem. Este “não filme” retrata um dia nesta difícil rotina do diretor perseguido pelo governo de Mahmoud Ahmadinejad. Assim, renomeamos esta breve parte do texto da curadoria de educação, que neste caso, decidimos escrever depois de desmobilizar o planejamento de uma homenagem simples, porém singela e amorosa, junto à generosa colaboração de colegas, amigas e amigos, estudantes e ex- orientandos e orientandas da nossa querida colega e amiga, referência  e luz de tantas iniciativas com cinemas e educações. Inês idealizou e criou a Rede Kino, Rede Latino-Americana de Educação, Cinema e Audiovisual junto a Milene Gusmão,  trouxe o Fórum da Rede KINO,para celebrar o segundo ano para a Mostra CineOP e sua vida e obra tem infinitas contribuições neste campo no Brasil e em Latino-América.

Ao ser notificada da homenagem, Inês tem pedido, encarecidamente, que dediquemos essa homenagem a outra pessoa, pois ela não se sente bem de recebê-la.

Preferimos, assim, deixar este vazio, ficar em silêncio. Explicitar que isto não é uma homenagem.

Estamos tristes, quase desamparados, acompanhando seu sofrimento dos mais diversos modos, impotentes por não poder fazer desses dias algo melhor de viver. Como se a relação de quantidade e qualidade pudesse subverter o tempo, torná-lo mais próximo do tempo ameríndio dom bem viver que ela sempre pregou entre nós.

Ao procurar o significado da palavra homenagem nos dicionários, encontramos basicamente duas acepções deste substantivo feminino:

1. juramento de fidelidade, subordinação e respeito do vassalo ao senhor feudal.

2.expressão ou ato público como mostra de admiração e respeito por alguém.”monumento em h. a notável figura histórica”.

Assim, tomamos para este texto, apenas a primeira acepção, de modo a não homenagear a Inês Teixeira, porque ela nunca aceitaria uma homenagem em termos de subordinação, de qualquer natureza que for.

Reservamos o nosso desejo e esperança para coincidir em um tempo em que essa segunda acepção tenha a sua vez, e possamos expressar em ato público nossa profunda admiração e respeito a esta notável figura histórica, colega e amiga amada.

Adriana Fresquet e Clarisse Alvarenga

Curadoras da Temática Educação


[1] Cerro Rico é uma montanha próxima à famosa  cidade colonial de Potosi (fundada em 1545).  Deve sua fama mundial   à produção de  mais de 50% da produção mundial, no século XVI. A população de cerca de 160.000 habitantes em 1600 era semelhante à população de Amsterdã ou Londres naquela época. Atualmente, as minas ainda produzem zinco, tungstênio estanho, chumbo, cobre e prata.

[2] Harun Farocki, em 2010 fez uma instalação de vídeo em 2 canais, de 17 minutos,  sobre este quadro, chamado A prata e a cruz (The silver and the cross). Imagens pictóricas que confrontam as vistas atuais da mesma cidade. A partir desta pintura o autor desenvolve um discurso em torno do processo de colonização européia na América Latina e do poder econômico obtido pelo controle de seus métodos de produção. Em outras palavras, os espanhóis trouxeram a cruz e levaram a prata.

Encontro da Educação: XIV Fórum da Rede Kino

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS AUDIOVISUAIS EDUCATIVOS E DEBATE | SESSÃO LATINA

22 a 27 de junho Atividade online

Projeto: MI CINE MI MUNDO – Plataforma de cine infantil (Equador)Instituição: Casa de la Cultura Núcleo de LojaApresentação: Altaira Rojas Projeto: Taller de documental autobiográfico (Chile)Instituição: Programa Escuela al Cine […]

ASSEMBLEIA DA REDE KINO | 1ª REUNIÃO DE TRABALHO DOS PARTICIPANTES DO ENCONTRO DA EDUCAÇÃO

23/06 | quinta | 14h às 15h30 Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

DIÁLOGOS DA EDUCAÇÃO 1ª REUNIÃO DE TRABALHO DOS PARTICIPANTES DO ENCONTRO DA EDUCAÇÃO | ASSEMBLEIA DA REDE KINO  Apresentação da dinâmica e proposições do Encontro da Educação: XIV Fórum da […]

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E DEBATE | 1ª SESSÃO: DIÁLOGOS DOS CINEMAS COM AS EDUCAÇÕES

23/06 | quinta | 16h às 18h Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS AUDIOVISUAIS EDUCATIVOS E DEBATE   1ª Sessão – Tema: DIÁLOGOS DOS CINEMAS COM AS EDUCAÇÕES Projetos Audiovisuais Educativos que buscam relacionar diferentes cinemas com formas de educação […]

DEBATE INAUGURAL | PRESERVAR, TRANSFORMAR, RESISITIR

24/06 | sexta | 10h às 12h Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

DEBATE INAUGURAL Tema: PRESERVAR, TRANSFORMAR, PERSISTIR Se desde a década de 1980 os povos indígenas iniciaram seus primeiros contatos com as câmeras, nas últimas duas décadas tornaram-se realizadores independentes, com […]

DEBATE | REDE KINO: MEMÓRIA, ENCONTROS E AFETOS

24/06 | sexta | 14h30 às 16h15 Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

DEBATE Tema: REDE KINO – MEMÓRIA, ENCONTROS E AFETOS A Rede Kino: Rede Latino-americana de Educação, Cinema e Audiovisual foi idealizada pelas professoras Inês Teixeira (UFMG) e Milene Gusmão (UESB) […]

ASSEMBLEIA DA REDE KINO | 2ª REUNIÃO DE TRABALHO DOS PARTICIPANTES DO ENCONTRO DA EDUCAÇÃO

24/06 | sexta | 16h30 às 18h Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

DIÁLOGOS DA EDUCAÇÃO TEMA: REDE KINO: REFLEXÕES EM UMA TRAJETÓRIA DE TRANSFORMAÇÕES A cada ano, o Fórum da REDE KINO, em assembleias, foi transformando seus modos de gestão e de […]

SESSÃO DE CINEMA + MASTERCLASS INTERNACIONAL | DICIONÁRIOS AUDIOVISUAIS COMUNITÁRIOS: REVITALIZAÇÃO DE LÍNGUAS INDÍGENAS

25/06 | sábado | 9h30 às 11h30 Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

EXIBIÇÃO DE FILME | CURTAS A KOMBI DA ARTE – COLETÂNEA DE CURTAS-METRAGENS Título original: La combi del Arte (25′ de dicionários audiovisuais) PAPACUNA – AS BATATAS – 3’48”, 2019 […]

MASTERCLASS INTERNACIONAL | CINEMA DOCUMENTÁRIO E FORMAÇÃO AUDIOVISUAL

25/06 | sábado | 15h30 às 17h30 Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

MASTERCLASS INTERNACIONAL Convidado internacional: Miguel Hilari – cineasta, produtor e educador | BOLÍVIA Miguel Hilari é um documentarista, filho de pai Aymara e mãe alemã. Com formação em La Paz, […]

SESSÃO DE CINEMA + MASTERCLASS INTERNACIONAL | A MÃE TERRA E AS TRADIÇÕES COMO PROTAGONISTAS NO FAZER CINEMATOGRÁFICO DE ANIMAÇÃO

26/06 | domingo | 10h às 12h Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

EXIBIÇÃO DE FILMES | CURTAS          PACHA: BARRO SOMOS | Episódio 3 | A PACHA E AS ALMAS Título original: La Pacha y las almas (4′) Este é um dos quatro […]

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E DEBATE | 2ª SESSÃO: DIÁLOGOS DAS EDUCAÇÕES COM OS CINEMAS – SÉRIE 1

26/06 | domingo | 15h às 17h Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS AUDIOVISUAIS EDUCATIVOS E DEBATE 2ª Sessão – Tema: DIÁLOGOS DAS EDUCAÇÕES COM OS CINEMAS – série 1 Projetos Audiovisuais Educativos que buscam relacionar diferentes cinemas com formas […]

ASSEMBLEIA DA REDE KINO | 3ª REUNIÃO DE TRABALHO DOS PARTICIPANTES DO ENCONTRO DA EDUCAÇÃO

26/06 | domingo | 17h30 às 20h Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

TEMA: REDE KINO: O QUE ESTÁ POR VIR Este encontro especial da REDE KINO, que reuniu pessoas que participaram de mil formas da constituição desta história, visa, nesta última reunião […]

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E DEBATE | 3ª SESSÃO: DIÁLOGOS DAS EDUCAÇÕES COM OS CINEMAS – SÉRIE 2

27/06 | segunda | 9h30 às 11h30 Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS AUDIOVISUAIS EDUCATIVOS E DEBATE 3ª Sessão – Tema: DIÁLOGOS DAS EDUCAÇÕES COM OS CINEMAS – série 2 Projetos Audiovisuais Educativos que buscam relacionar diferentes cinemas com formas […]

UM PLANO DE CINEMA, UM PLANO DE AULA

27/06 | domingo | 15h às 16h30 Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

DEBATE A proposta deste debate é aproximar as perspectivas de Divino Tserewahú como cineasta e das educadoras Pará Yxapy (Patrícia Ferreira) e Celia Xakriabá. O diálogo e as relações devem […]

ASSEMBLEIA DA REDE KINO | 4ª REUNIÃO DE TRABALHO DOS PARTICIPANTES DO ENCONTRO DA EDUCAÇÃO

27/06 | segunda | 17h às 18h30 Local: Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto

DIÁLOGOS DA EDUCAÇÃO 4a REUNIÃO DE TRABALHO | ASSEMBLÉIA DA REDE KINO Apresentação da nova Coordenação da Rede Kino Resoluções Finais do Encontro da Educação: XVI Fórum da Rede Kino […]